Evando

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559. Charneca

Terreno inculto, árido, uma espécie de brejo.

558. Bivaque

Substantivo masculino;
1. [Militar] Lugar a céu aberto onde as tropas se alojavam provisoriamente; alojamento natural.
2. Acampamento provisório, a céu aberto, feito especialmente à noite (excursões, passeios etc.)

557. Genuflexão

1. ato ou efeito de genufletir, de dobrar o joelho ou de ajoelhar-se
2. reverência que consiste em dobrar os joelhos, e que pode ser simples ou dupla (com um ou com ambos os joelhos)
3. figurado lisonja, bajulação

556. Langorosa

Fraco, debilitado, sem forças.

555. Vedeta

(italiano vedetta, lugar elevado onde se colocava uma sentinela) Substantivo feminino
1. [Antigo] [Militar] Sentinela a cavalo.
2. [Marinha] Pequena embarcação a motor.
3. Artista conhecido a quem são atribuídos grandes papéis no cinema, no teatro ou noutro tipo de espetáculos. = ESTRELA
4. Pessoa que, por qualquer razão, se destaca em determinada área (ex.: as vedetas da política). VEDETA DE COMBATE ? [Marinha] Pequeno barco de guerra muito rápido e poderosamente armado. vedeta lança-mísseis ? [Marinha] O mesmo que vedeta de combate.

554. Eremitério

1. Lugar ou casa onde vive um eremita.
2. [Fig.] Lugar afastado do povoado; ermo.

553. Assunção

Assunção é o substantivo feminino que indica a atitude de assumir alguma coisa. Quando ocorre um crime, se a pessoa faz a assunção da culpa, ou seja, quando admite que é o responsável pelo ato ilícito, muitas vezes a pena é reduzida. No contexto religioso, a palavra assunção indica a elevação de Nossa Senhora ao céu.

552. Peliça

Substantivo feminino;
Vestimenta ou cobertura feita com peles.

551. Mesmerizado

Provocar hipnose através de mesmerismo.
[Figurado] Causar estagnação; deixar sem comportamento; sem ação, magnetizar.

550. Clavina

A clavina de cavalaria, arma que começou a ser usada no Brasil como surgimento da cavalaria, certamente era semelhante às armas usadas na Inglaterra, dada a dependência de Portugal em relação aos britânicos. A cavalaria deveria usar clavinas, apesar de pelos regulamentos Portugueses de meados do século XVIII, os Dragões deverem usar espingardas com baionetas, mas não encontramos dados sobre essa prática no Brasil, havendo somente referências ao uso de clavinas. Funcionalmente, ela era uma arma semelhante a espingarda, só que mais curta e, normalmente, sem ter previsão para o uso de baionetas. Outra diferença que facilita a identificação da clavina é o uso de um varão no lado oposto ao fecho e, quando este era fechado, de uma argola, ambos sendo usados para prender a arma no arção da sela. A performance da clavina era semelhante a da espingarda, sendo que a cadência de fogo do homem montado era, naturalmente, muito reduzida, devido a dificuldade de carregamento em cima de um cavalo em movimento. O comprimento da arma ia de cerca de 75 a 115 cm, seu peso variava de 2,5 a 3,5 kg e o calibre era de 17-19 mm, sendo que na documentação existente referente ao Brasil, não aparecem menções a diferentes tipos de clavinas - o que não quer dizer que não existissem, somente que não foram bem documentados. De fato, em um inventário do material disponível no Arsenal de Lisboa, pode-se observar que havia, basicamente, três tipos diferentes de clavinas em depósito, sendo que a maior parte (62%) era com ferragens de latão e varetas de pau, o que vai um pouco contra nossa afirmativa de que a arma padrão era do modelo inglês.

549. Tanoaria

A Tanoaria é uma arte ancestral consistindo no fabrico de vasilhames em madeira para o armazenamento do vinho. Desenvolvia-se junto das zonas ribeirinhas, intimamente ligadas às regiões de produção vinícola. Os barris podem ser feitos de madeira (carvalho, castanho, mogno, acácio ou eucalipto), mas são os de carvalho o de melhor conserva. A madeira ideal para conservar bebidas é a proveniente de carvalhos que tenham aproximadamente 150 anos. Após o abate da árvore, a madeira deve ficar cerca de 3 anos a secar ao ar livre.

548. Tilintante

Que tilinta, que soa como sino ou campainha.

547. Bicórnio

É um modelo de chapéu que possui dois bicos que, anteriormente, tinha as abas largas e recolhidas para cima. Evoluiu no estilo para formas diversas, em muitas das quais não era possível já reconhecer essa origem.

546. Polvorinho

Objeto usado para guardar pólvora, feito de chifre de animais, de marfim e outros materiais. Usava-se para carregar as armas com pólvora.

545. Moitão

[Náutica] Peça de madeira ou de metal, com um só gorne, composto pela caixa e pela roda, por onde trabalha o cabo.


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